domingo, 22 de novembro de 2009
terceiras oportunidades; só ela.
Sinceramente faz-me confusão. Ultrapassa-a e ultrapassa-me. Chegando a casa todos os dias angustiada com o que lhe dizem e fazem, levanta-se num novo dia pronta para se melindrar mais e proporciona isto a todos os dias da semana. Chega um ponto em que se acha exausta e aí afecta-nos a todos. O seu mal-estar e irritação. Acho bem a revolta. Devia era acontecer todos os dias. Se se acha ser preciso, é preciso. É o sexto sentido das mulheres (ou talvez não). Podia contemplar o que ele cria nela para talvez um positivismo menos mau do que o que tem. Aceita a imperfeição e o castigo. Imperfeição que ocorre em todos e podia ser bem aceite se por uma corrente fosse próprio e digno de aceitar sequer. Mas nem isso é, nem para mim nem para ninguém. É a dor que ele cria nela e ela aceita. Chamo-lhe prejuízo e doença. Cresce tudo na mesma raiz. Já tentei discursar e expressar o que acho, nem tanto o que sinto mas apenas oiço; "Mas eu não percebo, ele mudou, ele diz que não a quer. Está apenas confuso". Confuso o tanas. É é um grande egoísta e egocêntrico. Para terceiras oportunidades só ela mesmo. Terceiras, quartas e afins. Só ela.
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