Ainda te espero, assim como as manhãs esperam pelo sol que pincela de alegria o arrebol e de esperança a circundar recomeços...
Ainda te espero, assim como o belo, seu expectador, a olhar extasiado o que a sua alma encantou e como relicário, dentro de si guardou.
Ainda te espero, assim como o estio, pela chuva que virá calando a cigarra que a seca vem agourar quando o cheiro de terra molhada inundar...
Ainda te espero, mesmo que seja noutra vida. Será sempre assim, sem planos ou trajetórias traçadas, sem fronteiras demarcadas, sem previsão de fim.

WOW! É o melhor texto que aqui tens! Estás a escrever mesmo bem... CONTINUA!!
ResponderEliminarEstá muita bom :) não devias é esperar
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